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25/03/2024 09:51

MRN mantém certificação ASI e reforça compromisso com práticas sustentáveis de mineração na Amazônia

Auditoria independente consolida a empresa como uma referência na gestão ambiental, social, governança e segurança, para manter a sustentabilidade no setor mineral 

A Mineração Rio do Norte (MRN), empresa que atua com uma operação sustentável de bauxita na região Oeste do Pará, recebeu mais um importante reconhecimento no setor de mineração. A Companhia manteve as certificações da Aluminium Stewardship Initiative (ASI) no Padrão de Desempenho e de Cadeia de Custódia (CoC) e confirmam as práticas de gestão da empresa baseadas nos princípios do ESG (Environmental, Social and Governance ou Ambiental, Social e Governança, em tradução livre). A certificação ASI é a única iniciativa global de sustentabilidade voluntária para a cadeia de valor do alumínio, da qual a bauxita faz parte. 

O processo ocorreu após auditoria independente realizada pelo organismo internacional de certificação Bureau Veritas Certification (BVC). Foram levados em consideração 11 requisitos da ASI performance e 05 requisitos da ASI Cadeia de Custódia, que avaliam áreas como governança, meio ambiente, social, gestão, riscos, produção e outros. A MRN possui um sistema integrado de gestão que abrange, de forma transversal, todas as áreas e processos da empresa, sendo este coordenado pela gerência de Gestão de Desempenho e Risco e suporte de áreas como: Compliance, Produção, Ambiental, Segurança, Relação com Comunidades, Infraestrutura, Vendas, Financeiro e Embarque. 

"O compromisso da MRN com a sustentabilidade é evidenciado pela busca ativa e conquista do Padrão de Desempenho da ASI. Única iniciativa global da indústria do alumínio. Nossa certificação reflete os sólidos princípios ambientais, sociais e de governança que permeiam toda a cadeia de valor do alumínio, atendendo às demandas de clientes que valorizam a responsabilidade e a excelência sustentável", afirma o gerente-geral de Desempenho e Risco da empresa, Wvagno Ferreira. 

Para Guido Germani, diretor-presidente da MRN, a manutenção das certificações demonstra o comprometimento da empresa com o desenvolvimento de uma mineração sustentável e responsável na Amazônia. "Persistimos na busca constante das melhores práticas socioambientais existentes. A manutenção das certificações é a concretização desse compromisso cotidiano e do zelo que dedicamos à empresa, que se estende igualmente ao meio ambiente e às pessoas, abrangendo nossos empregados e as comunidades vizinhas", assegura. 

O Padrão de Desempenho ASI estabelece 11 requisitos para atender aos três pilares de sustentabilidade: Meio Ambiente, Social e Governança. Em todas essas dimensões são abordadas questões-chave, como biodiversidade, liderança, políticas de gestão, transparência, recursos hídricos, compromissos com povos indígenas, direitos humanos/trabalhistas e emissões de gases de efeito estufa, dentre outros.

Já o Padrão de Cadeia de Custódia é aplicado por meio de 5 requisitos, com foco na rastreabilidade dos processos desde a extração de bauxita até o embarque. 

A ASI é uma organização sem fins lucrativos que estabelece e certifica padrões para a cadeia de valores do alumínio. Com a visão de maximizar a contribuição do alumínio para uma sociedade sustentável, a ASI tem a missão de confiança e trabalhar para promover, de maneira colaborativa, a produção, o fornecido e os responsáveis ​​do alumínio.

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26/02/2024 09:28

Comunidades de Oriximiná se profissionalizam na coleta de sementes nativas

Curso promovido pela MRN capacita moradores e impulsiona a geração de renda aliada à sustentabilidade 

Uma nova oportunidade de geração de renda está florescendo nas comunidades Saracá e Boa Nova no Lago do Sapucuá, no município de Oriximiná, região Oeste do Pará. Cerca de 80 comunitários participam do curso “Rede de Sementes”, uma iniciativa da Mineração Rio do Norte (MRN), em parceria com a Cooperativa de Produtores Rurais do Observatório Ambiental Jirau (Coopprojirau), Associação das Comunidades das Glebas Trombetas e Sapucuá (ACOMTAGS) e do Redário, uma articulação de redes e grupos de coletores de sementes do Brasil. 

O objetivo é profissionalizar a coleta de sementes nativas, capacitando os participantes em técnicas de coleta, beneficiamento, armazenamento, ampliação e comercialização. A MRN já compra sementes das comunidades, mas a parceria visa ampliar o potencial de produção, diversificar os compradores, inserir os coletores no mercado nacional de sementes e fortalecer a ACOMTAGS, promovendo a preservação ambiental. 

Com duração de um ano, o curso será ministrado em quatro módulos, com foco na profissionalização e na conquista de espaço no mercado para as sementes certificadas da comunidade. Darlene dos Santos, de 18 anos, é moradora da comunidade Saracá e uma das participantes da iniciativa em busca de oportunidades. “Eu quero aprender, por meio do curso, a administrar as sementes, incluindo como vender e como conseguir os recursos para um dia, quem sabe, ser uma produtora rural. Eu resolvi participar para poder ganhar meu dinheiro com as sementes que eu vou colher”, diz. 

Com o avanço das atividades de qualificação, o líder da comunidade Saracá, Antônio Joercio da Silva, espera por melhorias e maior geração de renda entre os moradores. “Com a tecnologia, a gente tem que aprender muita coisa. Tem que ser moderno. Se a gente for como era antigamente, fica para trás. A gente vai aprender mais e passar tudo o que foi ensinado para as pessoas que não estão aqui e melhorar nossos produtos”, destacou. 

Para o diretor administrativo da ACOMTAGS, Emerson Carvalho da Silva, a atividade desenvolvida em parceria com a MRN atende a uma necessidade de profissionalização. “A gente vem conversando desde o ano passado com a empresa e com as comunidades. Esse curso de formação, que abrange todos os coletores da semente, é importante. E esperamos fortalecer a nossa parceria com as comunidades e a MRN para a melhoria de vida de todas essas famílias. Que a gente possa vender não só para a MRN, mas vender para outros lugares do Brasil e até, quem sabe, para fora do país”, ressaltou. 

A Coopprojirau será uma das executoras do curso que será desenvolvido ao longo de 2024. A diretora-presidente da entidade, Sandra Vicentini, detalha os objetivos das atividades. “Esperamos empoderar as comunidades e promover uma capacitação para que todos estejam prontos para o mercado, atuando na geração de renda e estruturação de toda a cadeia de produção e beneficiamento de sementes, principalmente no controle de qualidade ", explica. 

Eduardo Campos Filho, representante do grupo Redário, destaca a sustentabilidade da iniciativa. “O objetivo desse curso é profissionalizar essa atividade de coleta de sementes nativas que essa comunidade já faz há 12 anos, motivada pela MRN e que agora, na perspectiva de restauração, é a oportunidade desse grupo se qualificar e conquistar um espaço nesse mercado. Esse curso vai abordar todas as etapas necessárias e fundamentais para ingressar se com uma semente certificada no mercado”, afirma. 

Para Claudia Belchior, gerente de Relações Comunitárias e Responsabilidade Social Corporativa da MRN, a iniciativa demonstra o compromisso da empresa com o desenvolvimento local e a sustentabilidade ambiental, em parceria com as comunidades e organizações da região. “Esse projeto vai trazer para a MRN uma grande virada de chave, que é a abertura de novos mercados por meio da formação de uma rede de coletores de sementes. Vamos fortalecer um trabalho que já é feito há vários anos e ampliar esse mercado. Nossa intenção é que, a partir do fortalecimento do projeto no Boa Nova e no Saracá, a gente abra oportunidades para outras comunidades. Percebemos que a demanda por sementes, tanto para outras empresas ou até com a questão dos créditos de carbono, já está estabelecida nacionalmente”, declara.

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19/02/2024 09:18

Cerca de 3 mil filhotes de quelônios retornam à natureza em Oriximiná

O Programa Quelônios do Rio Trombetas estimula a conservação da biodiversidade e conta com o apoio da MRN e comunitários voluntários

A Praia do Capitari, no Lago Erepecú, em Oriximiná (PA), foi palco de um momento emocionante na última semana: a soltura de cerca de 3 mil filhotes de quelônios na natureza. A iniciativa faz parte do Programa Quelônios do Rio Trombetas (PQT), coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em parceria com a Mineração Rio do Norte (MRN), Instituto Ipê e comunidades quilombolas do Alto Trombetas. O evento simbólico marca o retorno dos filhotes às águas após meses de cuidado e proteção. Desde a coleta dos ovos nas praias de desova até a soltura dos animais, o PQT acompanha de perto o ciclo de vida dos quelônios, garantindo a perpetuação das espécies na região. 

A iniciativa é desenvolvida ao longo de todo o ano e conta com a participação de famílias de comunidades locais, que atuam como voluntários na proteção dos ninhos, na coleta dos ovos e na soltura dos filhotes. Essa participação é fundamental para o sucesso do programa, pois garante a integração da comunidade às ações de preservação ambiental. 

Entre os participantes está Raimundo Dias Barbosa, de 77 anos, que é voluntário desde o começo da iniciativa e acompanha de perto a evolução do programa. “Esse projeto foi criado em 2003, no Lago Erepecú. Começamos com a soltura de 3 mil a 4 mil quelônios e, no ano passado, mesmo ainda não fechando os dados, sei que foram cerca de 35 mil tracajás soltos. Antigamente, não tínhamos tantos tracajás como temos hoje e a desova a cada ano sobe. Essa é uma razão de estar todo ano ajudando e beneficiando a nossa comunidade”, afirmou. 

Dulcinea de Jesus Barbosa, de 68 anos, também é voluntária do programa e relata sua motivação para participar. “A gente quer ver o bem-estar da comunidade. Aceitamos a proposta de cuidar dos quelônios para ajudar a natureza. Amamos a comunidade e os animais que vivem por lá. Me sinto feliz em cuidar da natureza”, disse. 

Mais de 40 anos de compromisso com a preservação

O PQT atua há mais de 40 anos na região. Criada no início dos anos 80 para conservar a maior área de reprodução da tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa), a iniciativa era chamada de “Quelônios Amazônicos”, conduzida na época pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF) e, posteriormente, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA). O programa contribuiu para manter a sobrevivência dessa espécie de quelônio aquático na Reserva Biológica do Rio Trombetas (Rebio Trombetas), criada em 1979 para reforçar este trabalho de conservação. 

Entre os anos de 2003 e 2004, o trabalho precisou ser ampliado e passou a ser chamado de Programa Quelônios do Rio Trombetas (PQT), recebendo importante apoio da MRN, além de contar com a presença de voluntários, formados por moradores locais, que também atuam na conservação de três espécies de quelônios aquáticos nas regiões do Alto Rio Trombetas e Lago Erepecú: tartaruga-da-amazônia, tracajá (Podocnemis unifilis) e pitiú (Podocnemis sextuberculata). Por meio de ações de manejo, monitoramento e proteção, o PQT contribui para a preservação da fauna local e para o desenvolvimento sustentável da região. A partir de 2007, o PQT passou a ser desenvolvido pelo ICMBio, órgão do MMA responsável pela gestão das Unidades de Conservação Federais, mantendo a parceria com a MRN. 

O chefe do Núcleo de Gestão Integrada (NGI) do ICMBio Trombetas, Misael Freitas dos Santos, ressalta a importância desta atividade para o equilíbrio ambiental da região. “Sem a existência do PQT, certamente a tartaruga-da-amazônia estaria extinta no rio Trombetas e outras espécies, como tracajá e pitiú, se encontrariam no mesmo processo de intenso declínio populacional. Essas espécies no passado já foram consideradas como ‘vulneráveis’ e, atualmente, se encontram na categoria ‘quase ameaçado’”, afirmou. 

Parceria fundamental para o sucesso do programa

Misael destacou, ainda, a parceria com a MRN para a garantia da execução do programa. “Apenas o ICMBio não seria capaz de manter as atividades que fazemos hoje. A MRN contribui com as cestas básicas que são doadas para as famílias voluntárias durante os cinco meses da temporada. Além disso, a empresa apoia com materiais para busca e coleta de ninhos e também para abrigo nas praias”, completou. 

A MRN aprovisiona recursos financeiros prevendo a aquisição de cestas básicas, materiais e apoio logístico para as atividades do PQT, além de sensibilizar as comunidades locais sobre a importância da preservação dos quelônios. “É com grande orgulho que a MRN participa desse projeto como forma de garantir a preservação das espécies e o desenvolvimento sustentável da região. A forma que a gente tem de contribuir com a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável é mantendo essa parceria junto com o órgão e as comunidades, se empenhando nessa campanha de sensibilização junto com os moradores”, destaca Genilda Cunha, analista de Relações Comunitárias da MRN.

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08/02/2024 09:04

Comunidades do Lago Maria Pixi, em Oriximiná (PA), recebem projetos de desenvolvimento sustentável

Atividades buscam melhorar a qualidade de vida de moradores estimulando a segurança alimentar, a geração de renda e a preservação ambiental 

Ozeias Gonzaga Ferreira é morador da comunidade São Francisco, localizada no Lago Maria Pixi e pertencente ao município de Oriximiná, no oeste paraense. Ele realiza o trabalho de plantio voltado para o sustento familiar. Apesar dos anos de experiência, ele resolveu tornar o processo de trabalho ainda mais qualificado, buscando a geração de renda nas atividades. Por esse motivo, o comunitário participa das atividades do Projeto de Sistemas Agroflorestais (SAFs), desenvolvido pela Mineração Rio do Norte (MRN), que ensina as famílias a plantarem diferentes tipos de árvores e culturas agrícolas em um mesmo espaço, aumentando a produtividade e preservando o meio ambiente.

 “Eu já tinha um plantio e foi onde eu pude ir aprendendo e já colocando em prática o que foi ensinado. Eu fiz o fertilizante como ensinaram, o adubo e todo o resto do processo. Isso nos ajuda no sustento das nossas famílias”, disse Ozeias. A ação faz parte de uma série de projetos desenvolvidos pela empresa junto aos moradores do Lago Maria Pixi, em parceria com a Associação das Comunidades das Glebas Trombetas e Sapucuá (ACOMTAGS), que tem o objetivo de melhorar a qualidade de vida de moradores das comunidades São Francisco, São Sebastião, São Tomé e Espírito Santo, estimulando a geração de renda, o reflorestamento e a segurança alimentar cerca de 85 famílias. 

A iniciativa é resultado de um levantamento feito pela MRN em 2022 junto aos moradores, com o acompanhamento e desenvolvimento de atividades de Sistemas Agroflorestais (SAFs), Sistemas Integrados de Criação, Roçado e Florestas (CRFs) e Turismo Sustentável de Base Comunitária (TSBC). A programação conta com palestras, oficinas, cursos de capacitação e visitas técnicas, aprimorando as práticas tradicionais e deixando os projetos cada vez mais sustentáveis. 

Para a realização das atividades, foram ouvidas as necessidades das famílias e elaboradas iniciativas de acordo com os seus interesses. A moradora e coordenadora da comunidade Espírito Santo, Raimunda Gemaque Ferreira, de 62 anos, foi uma das alunas dos projetos. “As atividades foram muito boas. Aprendemos um bocado e isso (cursos) vai ajudar muita gente”, comentou. 

As ações contam com o apoio da ACOMTAGS, que ajudou no desenvolvimento das ações no território. A representante da associação, Tânia Maria Ferreira Castro, fez questão de marcar presença na reunião anual de finalização das atividades dos projetos e para comemorar os resultados. “Tivemos a oportunidade de aprender muitas coisas, instruções sobre a floresta, plantio e criação. Informações que serão repassadas aos sócios para que eles possam trabalhar, tirar o seu sustento e colocar o alimento na mesa de todos”, declarou. 

Para a analista de Relações Comunitárias da MRN, Elessandra Corrêa, as ações fortalecem o relacionamento da empresa com as comunidades e seu compromisso com a mineração sustentável. “Estes projetos nasceram a partir de uma parceria da MRN com a ACOMTAGS. Essa iniciativa faz parte de diversas ações de desenvolvimento sustentável conduzidas pela empresa na região e tem como objetivo garantir a segurança alimentar e apoiar a geração de renda, associada à preservação ambiental”, afirmou.

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02/02/2024 09:34

Alunos do CIABA visitam instalações da MRN e estreitam parceria com a empresa

Imersão em logística de transporte de bauxita contribui para o desenvolvimento da segurança da navegação

A Mineração Rio do Norte (MRN) recebeu, na última semana, a visita de praticantes a oficiais de náutica e máquinas do Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (CIABA), instituição de ensino da Marinha do Brasil. A iniciativa, fruto da parceria entre as duas instituições, proporcionou aos futuros oficiais uma imersão nas operações da empresa, oportunizando conhecimentos sobre a logística de transporte de bauxita na Amazônia.

A programação da visita foi cuidadosamente elaborada para oferecer aos participantes uma visão abrangente do fluxo sustentável das operações da MRN. Os praticantes Pedro Yan Félix e Clara Gimba foram selecionados para conhecer a mina de bauxita, acompanhando de perto o processo de extração do minério, beneficiamento, ferrovia e sua operação logística, além do porto da empresa, aprendendo mais sobre os processos de embarque e descarga de bauxita, incluindo as tecnologias utilizadas para garantir a segurança e a eficiência da operação.

Experiência enriquecedora

Para os praticantes, a visita foi uma oportunidade única de aprendizado e contato com a realidade da indústria mineral. "O que eu achei mais importante aqui foi a grandiosidade dos projetos. A área de mineração é gigantesca, assim como a área de beneficiamento e lavagem de bauxita. Eu gostei de ver como o distrito funciona também, todos têm muito cuidado com o meio ambiente e procuram sempre reflorestar, além de ter atenção com a fauna e a flora da região”, comentou Pedro Félix, que é praticante de náutica, formado pelo CIABA.

Já a praticante oficial de máquina, Clara Gimba, destacou os cuidados com a segurança nos processos da empresa. “Para mim, essa visita foi sensacional. A MRN realmente se preocupa com a segurança, não só do empregado, mas com o meio ambiente. Para a minha formação, a visita também foi ótima porque, às vezes, a gente entra no navio e não faz a menor ideia de onde vem tudo aquilo que a gente está transportando. Chegar aqui e ver tanta gente envolvida no processo é sensacional. Não fazia a menor ideia que era tanta gente envolvida e isso faz toda a diferença”, afirmou.

Parceria estratégica

A visita dos praticantes do CIABA reforça a parceria entre a MRN e a Marinha do Brasil. Uma colaboração que envolve diversas áreas, como a formação de profissionais e a segurança da navegação.

“Tivemos o prazer de receber os alunos do CIABA nessa visita à MRN. Eles têm conhecimento do produto que é embarcado em um navio e observam que tudo ocorre dentro dos padrões. A empresa possui essa parceria com o CIABA há muito tempo para ajudá-los a entender o processo da empresa, assim como o processo de embarque. Sempre buscamos apoiar o serviço da Marinha no que tange à segurança da navegação”, detalhou o gerente técnico de embarque de navios da MRN, José Américo.

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22/01/2024 08:59

Projeto “Educação pelo Trombetas” inscreveu 87 alunos para provas do Encceja

Iniciativa desenvolvida pela MRN e CESI oferece cursos nos eixos da elevação de escolaridade, formação e qualificação profissional às comunidades do Oeste do Pará

Na Comunidade Lago do Ajudante, situada no município de Oriximiná, no Oeste do Pará, mora a jovem Ana Ruth de Souza, de 20 anos. Em 2023, ela decidiu retomar os estudos. Com muita força de vontade e superando desafios, participou do Exame Nacional de Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), destinado a pessoas que não concluíram os ensinos Fundamental e/ou Médio. Toda essa determinação foi recompensada com a aprovação, revelando a vitória de uma batalha não apenas acadêmica, mas também pessoal. 

A jovem representa o sucesso conquistado por meio do projeto "Educação pelo Trombetas", desenvolvido pela Mineração Rio do Norte (MRN), em parceria com o Centro de Estudos Sociais Interestadual (CESI). Assim como Ana Ruth, outros 86 alunos participaram da iniciativa, integrando a modalidade Elevação de Escolaridade, que oferece um curso preparatório para estudantes e/ou trabalhadores que não concluíram os estudos Ensino Fundamental e Médio no formato regular.


A trajetória até a aprovação não foi fácil. Durante o processo, ela cuidava de uma criança de colo e pensou em desistir várias vezes. Com apoio dos professores do projeto, ela seguiu em frente e hoje comemora sua aprovação. “Muitas pessoas acham que não vão ter a oportunidade de concluir o ensino fundamental ou ensino médio e desacreditam disso (aprovação). Tudo é uma questão de apoio. Quando muita gente dizia que eu não ia passa, recebi apoio dos professores dizendo para não desanimar e me inscrever. Estou feliz por ter passado de primeira”, comemorou a jovem.

Ana também elogiou o plano que ajudou também na preparação para o Encceja de outras pessoas da comunidade em que mora. “A gente contou com qualificação e com professores disponíveis para dar aula, ensinando como funcionava o processo seletivo. Esse projeto nos dá grandes oportunidades. Muitas pessoas não têm condições financeiras de ir para a cidade grande, e a iniciativa nos ajuda com isso. Como foi minha primeira vez participando do Encceja, eu fiquei admirada e orgulhosa de mim mesma por ter conseguido passar. Se temos um objetivo, é preciso lutar por ele”, completou.

As comunidades quilombolas Abuí, Serrinha e Boa Vista (Trombetas), do município de Oriximiná, também integram o “Educação pelo Trombetas”, junto com comunidades rurais das cidades de Faro e Terra Santa. Valdirene da Silva, de 26 anos, também é moradora da Comunidade Lago do Ajudante e comemorou a conclusão do Ensino Médio por meio do Encceja. “Com esse projeto nós podemos ver a importância da educação para nossas vidas. Nunca é tarde para jovens e adultos voltarem para sala de aula e buscarem uma formação”, garantiu.


Iniciativa que transforma vidas

O projeto “Educação pelo Trombetas” começou em 2022 e alcançou, de junho daquele ano a dezembro de 2023, o total de 368 alunos, distribuídos em 28 turmas, com 4720 horas de carga horária em cursos como Panificação, Corte e Costura, Condutor de Carro de Emergência, Bombeiro Civil e outros. A iniciativa atua nos eixos “Elevação de Escolaridades”, “Cursos Livres e Formação” e “Qualificação Profissional”, com o objetivo de gerar renda, seja preparando as pessoas para vagas oferecidas pela MRN e empresas da região ou para terem seu próprio negócio. 

“A educação é o que permite a mobilidade social e também a mobilidade econômica. Quando a gente coloca a educação nessa mediação, criamos um futuro melhor. Trazer para a sala de aula, na comunidade, alunos que estavam fora do processo educacional, garantimos o sentimento de pertencimento, de proteção e isso faz com que eles fiquem ligados às regras e motivados no trabalho coletivo. Além da certificação dos ensinos médio e fundamental, nós acreditamos que estamos tirando ali uma barreira que tira oportunidades desses nossos alunos no mercado de trabalho”, destaca o professor voluntário do CESI, Marcelino Conti. 

Segundo Marcela Acioli, coordenadora local do CESI, todas as atividades do projeto levam em consideração as particularidades de cada aluno e comunidade, incentivando ao máximo a participação dos moradores locais nesta iniciativa. “O diferencial desse projeto tem sido essa relação interativa e em concordância com a comunidade, na forma de compor as turmas e os horários, além de valorizar a equipe de capacitação com profissionais locais e despertar a cidadania a partir do empoderamento do comunitário”, comentou. 

“O ‘Educação pelo Trombetas’ tem sido um importante instrumento de inclusão social e geração de renda para as comunidades da região. Estamos muito felizes com os resultados e continuaremos trabalhando para ampliar o alcance da iniciativa, que tem um formato diferenciado, mais próximo da realidade das comunidades”, declarou Jéssica Naime, gerente de Relacionamento e Responsabilidade Social Corporativa da MRN.   

Para 2024, está prevista a continuidade dos cursos ofertados no ano passado e a oferta das novas atividades, atendendo demandas das comunidades próximas.

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