Warning: Creating default object from empty value in /var/www/html/mrn.com.br/components/com_content/views/category/tmpl/default_noticias.php on line 18
Últimas Notícias
PERGUNTAS FREQUENTES (FAQ) - EDITAL MRN Nº 03/2023 DE SELEÇÃO DE PROJETOS INCENTIVADOS
- O QUE É O EDITAL MRN Nº 03/ 2023 DE SELEÇÃO DE PROJETOS INCENTIVADOS?
O EDITAL MRN Nº 03/2023 tem como objetivo financiar projetos sociais e culturais nos municípios de Oriximiná, Óbidos, Terra Santa e Faro, que venham incentivar o desenvolvimento por meio da geração de renda, esporte, saúde e valorização cultural, com foco na melhoria da qualidade de vida das comunidades.
- QUEM PODE PARTICIPAR?
Proponentes que comprovem que trabalham com a execução de projetos incentivados há pelo menos 2 (dois) anos. Os projetos deverão estar aprovados nas Leis de Incentivos Fiscal e publicados no Diário Oficial da União (DOU); caso não atendam esses pré-requisitos, será automaticamente desclassificado.
- QUEM NÃO PODE PARTICIPAR?
- Pessoas físicas
- Agentes e instituições públicas (anexo I)
- Empresa e instituições de caráter privado com fins lucrativos
- Organizações governamentais
- Pessoas politicamente expostas (anexo I)
- Sindicato de classe
- QUAIS SÃO AS LINHAS TEMÁTICAS INCLUSAS NO EDITAL PROJETOS INCENTIVADOS?
- Cultura - Ações voltadas com o objetivo de promover o relacionamento constante com as comunidades, que é marcado pelo respeito à diversidade, garantia de direitos e transparência, além de iniciativas alinhadas à promoção da sustentabilidade.
- Esporte - Desenvolver eventos esportivos, por meio da integração social como práticas de atividades de lazer, proporcionado melhoria na qualidade de vida, da saúde e educação provenientes da atividade esportiva.
- Educação - As ações promovidas pela MRN refletem a importância da educação e melhoria duradoura da qualidade de vida das comunidades e municípios que possuem interface com a empresa.
- QUAIS AS LOCALIDADES DE INFLUÊNCIA E ABRANGÊNCIA QUE ESTE PROJETO INCENTIVADO ATUARÁ?
Preferencialmente 4 (quatro) municípios e suas comunidades tradicionais quilombolas que têm interface com a MRN, sendo: Oriximiná, Terra Santa, Faro e Óbidos.
- A INSCRIÇÃO É GRATUITA? EM QUAL CANAL POSSO REALIZAR MINHA INSCRIÇÃO?
Sim, a inscrição para o ‘’ Edital MRN N º 03/2023” será gratuita e poderá ser realizada pelo site www.mrn.com.br. Preencha o formulário para validar sua inscrição. Vale ressaltar que só serão analisados projetos que sejam inscritos por meio do site.
- CRONOGRAMA DO EDITAL
- O lançamento do Edital Nº 03/2023-MRN ocorrerá no dia 09/10/2023.
- Inscrições de projetos: 16/10/2023 a 01/11/2023 (não serão aceitos projetos fora do prazo).
- Avaliação dos projetos nos dias 02/11/2023 a 13/11/2023.
- Comunicação dos projetos selecionados no dia 15/11/2023.
- Envio dos recibos de mecenato para aporte na data máxima de até 20/12/2023.
- Realização dos aportes: após a assinatura do respectivo Contrato de Patrocínio e até o último dia útil do ano de 2023.
- DIVULGAÇÃO DO RESULTADO
Os resultados dos projetos aprovados serão divulgados no site da MRN (www.mrn.com.br) no mês de novembro de 2023.
- PARA MAIS INFORMAÇÕES
Para mais informações e/ou esclarecimentos de dúvidas, favor entrar em contato pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
ANEXOS
Anexo I
Agente público: Considera-se Agente Público quem, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, seja membro de um partido político, candidato a cargo público ou exerça cargo, emprego ou função pública:
- Qualquer indivíduo que atue no Poder Executivo, Legislativo, Judiciário ou no Ministério Público Estadual ou Federal;
- Representações diplomáticas dos países ou em organizações públicas internacionais;
- Em empresas controladas, direta ou indiretamente pelo governo;
- Em empresa ou organização social prestadora de serviços controlada ou conveniada para a execução de atividade típica da administração pública;
- Em empresa ou outra atividade na qual o órgão governamental detém a participação e/ou sobre a qual possa, direta ou indiretamente, exercer controle;
- Qualquer pessoa que seja membro da família de qualquer uma das pessoas acima referidas, especialmente cônjuges, companheiros, avós, pais, filhos, irmãos, sobrinhos, tios e os primos em primeiro grau, assim como seus equivalentes do sexo feminino
Pessoas Politicamente Expostas: aquelas pessoas que desempenham ou tenham desempenhado empregos ou funções públicas relevantes, no Brasil ou em outros países, territórios e dependências estrangeiros, assim como seus representantes, familiares e outras pessoas de seu relacionamento próximo. A condição de pessoa exposta politicamente perdura até cinco anos, contados da data em que a pessoa deixou de desempenhar a função.
MRN inicia a segunda etapa da campanha de combate à malária em Oriximiná
Ao longo deste mês, as ações de fumacê e borrifação serão realizadas em 17 comunidades do Alto Trombetas
Percorrer as comunidades ribeirinhas e quilombolas e aldeias indígenas ao longo do rio Trombetas, em Oriximiná, tem sido o desafio das equipes do Projeto de Combate à Malária, realizado pela Mineração Rio do Norte (MRN). Até o dia 24 deste mês, as equipes estarão executando a segunda etapa da mobilização de 2023.
“Há 24 anos, o trabalho de prevenção, controle e combate à malária vem contribuindo para a redução de casos da doença na região, além da mortalidade infantil e adulta nas comunidades. A aplicação de inseticida nas paredes e fumacês em volta das casas é feita com a permissão do morador. Além disso, buscamos conscientizar as famílias sobre a importância da prevenção e dos cuidados básicos para evitar a doença”, explica a analista de Relações Comunitárias da MRN, Genilda Cunha.
Para garantir a prevenção e combate à malária e outras doenças provocadas por mosquitos, são realizadas ações de borrifação e pulverização interna nas casas. O “fumacê”, que já é bem conhecido pela população, é responsável pela desinsetização dos mosquitos. Os indicadores revelam o bom resultado dessa iniciativa, que é monitorada de perto pelas equipes da empresa e pelos órgãos de saúde de Oriximiná.
Além do controle vetorial da doença, a equipe do projeto trabalha a conscientização com educação ambiental de porta em porta, com entrega de panfletos e orientações preventivas, incluindo não deixar água parada e fazer uso de repelentes e mosquiteiros.
O envolvimento da comunidade é fundamental
Em 2023, o projeto está sendo realizado em duas etapas. A primeira ocorreu entre maio e junho, enquanto a segunda ocorre ao longo deste mês de outubro. É importante que o morador colabore com as equipes e abra as portas aos agentes de saúde para que as ações preventivas sejam realizadas.
Manoel Edielson, conhecido pelas equipes como Seu Bebel, da Comunidade Abuí, é um importante aliado do projeto. Morador da região há quase duas décadas, há pelo menos 6 anos ele acompanha o serviço dos agentes de saúde nas comunidades e incentiva outros moradores no recebimento das equipes. A prioridade, segundo Seu Bebel, é a saúde coletiva.
“A gente se sente muito feliz e agradecido pela MRN estar executando o projeto em nosso território porque ele é muito importante para nós. É uma coisa legal para as nossas comunidades e consigo conversar com todos para explicar sobre o quão importante é deixar ‘borrifar’ a casa”, garantiu o morador.
Programação da 2ª etapa da campanha de prevenção e combate à malária
Localidade |
Atividade |
Data |
Cachoeira Porteira - Comunidade |
Borrifação e Fumacê |
03/10/2023 |
Cachoeira Porteira - Margens do rio |
Borrifação |
04/10/2023 |
Aldeia Tawanã |
Borrifação |
04/10/2023 |
Comunidade do Abuí |
Borrifação e Fumacê |
05/10/2023 |
Comunidades do Paraná do Abuí |
Borrifação e Fumacê |
06/10/2023 |
Comunidades do Santo Antônio |
Borrifação e Fumacê |
06/10/2023 |
Comunidade da Tapagem |
Borrifação e Fumacê |
07/10/2023 |
Comunidade do Sagrado |
Borrifação e Fumacê |
08/10/2023 |
Comunidade da Mãe-Cué |
Borrifação e Fumacê |
09/10/2023 |
Comunidade do Juquirizinho |
Borrifação e Fumacê |
10/10/2023 |
Comunidade do Curuçá |
Borrifação e Fumacê |
10/10/2023 |
Comunidade do Jamarí |
Fumacê |
11/10/2023 |
Comunidade do Jamarí |
Borrifação |
11/10/2023 |
Comunidade do Palhal |
Borrifação |
11/10/2023 |
Comunidade do Juquiri |
Borrifação |
11/10/2023 |
Comunidade do Moura |
Borrifação e Fumacê |
16/10/2023 |
Comunidade do Moura |
Borrifação e Fumacê |
17/10/2023 |
Comunidade do Boa Vista (Água Fria) |
Borrifação e Fumacê |
18/10/2023 |
Comunidade do Boa Vista |
Borrifação e Fumacê |
19/10/2023 |
Comunidade do Boa Vista |
Borrifação |
20/10/2023 |
Comunidade do Ajudante |
Borrifação e Fumacê |
23/10/2023 |
Comunidade do Erepecú |
Borrifação |
24/10/2023 |
Dia da Árvore: manejo de copaíba gera emprego e renda e mantém a floresta em pé no Oeste do Pará
Com 13 anos de atividades, a iniciativa apoiada pela MRN beneficia mais de 40 famílias de comunidade quilombola em Oriximiná
A Amazônia é famosa pela exuberância de suas florestas, pela diversidade de espécies da fauna e da flora e pela manutenção do equilíbrio da vida no planeta. Nessa imensidão verde, o envolvimento das comunidades quilombolas desempenha um papel fundamental na gestão sustentável dos recursos naturais, contribuindo para a criação de oportunidades de emprego, geração de renda e a preservação das florestas.
O Dia da Árvore, celebrado nesta quinta-feira (21), destaca a importância deste recurso natural para a manutenção da vida no planeta. Exemplo de respeito pelo meio ambiente é o Projeto Manejo de Copaíba, realizado por comunitários em parceria com a Mineração Rio do Norte (MRN), no Território Quilombola Alto Trombetas II, localizado em Oriximiná, na região Oeste do Pará. A copaíba (Copaifera spp.) é reconhecida como uma das árvores mais exuberantes da Amazônia, podendo atingir até 30 metros de altura e um metro de diâmetro na idade adulta. O óleo do vegetal é considerado um bálsamo devido às suas propriedades anti-inflamatórias, antissépticas e antimicrobianas.
Com o manejo da copaíba, a comunidade conseguiu produzir o óleo para além da floresta, e a MRN apoia a modernização do processo de extração do produto. O objetivo é gerar um fluxo de renda permanente e promover a melhoria das condições econômicas e de vida dos comunitários.
Ao longo do ano, a empresa realiza campanhas para promover boas práticas e a educação ambiental, utilizando técnicas e procedimentos que visam melhorar a produção e a regeneração natural das copaibeiras, assegurando o uso racional e sustentável da espécie. Além disso, são oferecidas capacitações para desenvolver técnicas e ações voltadas para a venda, empreendedorismo e cooperativismo, permitindo que os comunitários adquiram expertise e conquistem o mercado.
O projeto existe há 13 anos e já alcançou autonomia. As comunidades vendem o óleo de forma organizada, possuindo marca e reconhecimento. Os comunitários também estabeleceram parcerias com outras instituições para o fornecimento do produto. Para os próximos meses, a intenção da MRN é qualificar ainda mais esses conhecimentos, possibilitando que a comunidade expanda os negócios.
"Nossas equipes técnicas acompanham e orientam o desenvolvimento e o plantio de todo o processo de manejo da copaíba. Além disso, realizamos o acompanhamento do viveiro das mudas desses comunitários e de um plantio experimental na comunidade. Com isso, incentivamos o reflorestamento nas áreas próximas às comunidades, promovendo uma troca de conhecimentos que criará uma atividade duradoura, indo além da mineração", explica Genilda Cunha, coordenadora do Programa de Educação Socioambiental (PES) da MRN, do qual o Projeto Manejo de Copaíba faz parte.
Protagonismo da comunidade no uso sustentável da floresta
As equipes técnicas do Projeto Manejo de Copaíba contam com a participação 26 integrantes sendo 05 técnicos entre engenheiros, técnicos florestais e de segurança e, a cada campanha 21 famílias do Alto Trombetas II, em Oriximiná. Lá, são realizadas capacitações e orientações para a utilização sustentável da copaíba. O treinamento é aberto para toda a comunidade.
Os resultados da iniciativa são satisfatórios. Adriano de Jesus dos Santos, da comunidade Jamari e membro do projeto há 10 anos, compartilha os benefícios do manejo sustentável. "Estamos realizando a extração de óleo de copaíba sem derrubar as árvores, utilizando uma ferramenta chamada trado para fazer o furo e extrair o produto. Também aprendemos a ser mais cuidadosos com a natureza, evitando derrubadas e queimadas. Estamos aprimorando nossas técnicas para preservar a floresta, como o plantio adequado e a compreensão dos ambientes ideais para cada espécie prosperar. Isso é fundamental para manter a floresta em pé e nos ajuda a progredir", afirmou.
"É crucial destacar que, ao incentivar a comunidade no uso racional da floresta, na geração de renda e no desenvolvimento de técnicas, competências e modernização do processo de extração de óleo, estamos fortalecendo a conscientização ambiental. Isso demonstra que, com um manejo adequado, podemos gerar emprego, renda e preservar a floresta, um bioma vital para todos nós", conclui Genilda Cunha.
MRN promove mapeamento inédito de fornecedores da região Oeste do Pará
Os levantamentos estão sendo realizados nos municípios de Faro, Terra Santa, Oriximiná e Santarém
Um mapeamento inédito de fornecedores de materiais e serviços em municípios da região Oeste do Pará está sendo realizado pelo Programa de Desenvolvimento de Fornecedores (REDES), um projeto realizado pela Federação das Indústrias do Pará (FIEPA), a pedido da Mineração Rio do Norte (MRN). O objetivo é conhecer o perfil dos fornecedores instalados na região que se encaixam nas categorias das quais a MRN habitualmente contrata. O trabalho de campo em 04 municípios foi iniciado em agosto e se estenderá até meados de outubro.
“A expectativa da MRN é de que o conhecimento mais detalhado dos fornecedores possa ser um meio para aumentar o volume de contratação de serviços e materiais, de fornecedores instalados nos municípios que fazem parte da área de influência da empresa, e fomentar o comércio local. Entender o panorama atual da cadeia de fornecimento da região nos ajuda a estabelecer estratégias e diretrizes para incentivar o crescimento das compras de fornecedores locais”, explica Máyra Gomes, coordenadora do Programa de Fornecedores Locais da empresa.
O mapeamento será realizado em três etapas. A primeira é o recenseamento e o mapeamento de fornecedores e seus respectivos produtos, serviços, suas forças e oportunidades de melhoria. A segunda etapa será a emissão do Book de Fornecedores Regionais. E a terceira e última etapa será a elaboração de ações para a capacitação dos fornecedores, objetivando que eles consigam encontrar soluções para atendimento à MRN e expandir seus negócios na região. “O book de fornecedores será uma das referências para as contratações da MRN, bem como será disponibilizado para que outros parceiros também o utilizarem em suas contratações”, detalha Máyra Gomes.
Outro objetivo do mapeamento é estruturar ações que sirvam para alavancar o crescimento e a sustentabilidade desses fornecedores locais. As ações a serem desenvolvidas dependem dos pontos observados durante o mapeamento, mas devem contemplar diversas áreas, como a capacitação na preparação de propostas técnicas e comerciais, orientações para obtenção de crédito e melhoria de fluxo de caixa.
“Estamos com nossas equipes em campo para ter esse mapeamento completo. Vamos bater de porta em porta para identificar gargalos que dificultam o trabalho de fornecedores locais. Com base no perfil desses empresários, vamos poder direcionar estratégias”, garante Eurípedes Amorim, gerente de Projetos do REDES-FIEPA.
Oportunidade de aperfeiçoamento
Para os fornecedores que buscam ampliar seus negócios na região, o mapeamento vai ajudar a reduzir gargalos e ter maior assertividade na hora de oferecer produtos e serviços para as empresas instaladas no Oeste do Pará.
Ao ser informado sobre o projeto, o empresário Brunoro Giordano não perdeu tempo e logo se dispôs a participar. Ele é proprietário de uma empresa que fornece materiais de construção, em Oriximiná, e preside a Associação Comercial do município. Segundo o empreendedor, o mapeamento deve colaborar para melhorar o padrão de qualidade entre os fornecedores regionais e expandir os negócios instalados no Oeste do Pará.
“O conhecimento e a capacitação são fundamentais para alcançar nossos negócios e atingirmos novas metas. Você não chega a lugar nenhum se você não tiver capacitação, se você não se qualificar e se aperfeiçoar para as novas oportunidades que estão surgindo no mercado. Então, o conhecimento é necessário para você subir de nível, para abrir leques de possibilidades, para que você possa vender e fornecer para uma mineradora e ampliar os seus negócios”, afirma o empresário.
“O desenvolvimento deste projeto evidencia o interesse da MRN em estreitar as relações entre a empresa e os empreendedores que formam a cadeia de fornecimento regional, fortalecendo parcerias estratégicas, criando valor para as empresas e, sobretudo, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico da região”, destaca Ricardo Alves, Diretor Comercial da MRN.
MRN abre inscrições para o Programa de Trainee “Talentos Plurais da Amazônia”
O objetivo é atrair jovens talentos conectados ao desenvolvimento sustentável da mineração na região
Para quem sonha em mergulhar no universo da mineração, a hora é agora. Entre os dias 11 e 24 de setembro, a Mineração Rio do Norte (MRN) está com inscrições abertas para o Programa de Trainee “Talentos Plurais da Amazônia”. A iniciativa tem o objetivo de fortalecer a estratégia de diversidade e inclusão da empresa, além de incentivar o desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais por meio da aprendizagem e treinamentos em diferentes áreas.
O programa, que este ano foi batizado de “Talentos Plurais da Amazônia”, é uma forma de valorizar a pluralidade, atrair os talentos regionais e despertar o interesse dos jovens nortistas para o setor mineral. “Com essa alteração, pretendemos atrair talentos que busquem uma carreira conectada ao desenvolvimento sustentável da mineração na Amazônia. É uma maneira de oxigenar ideias e ampliar ainda mais o nosso time diverso”, explica Magda Damasceno, gerente de Desenvolvimento de Pessoas da MRN.
Ao todo, serão 10 vagas voltadas para os cursos de Administração e Marketing, Economia, Direito, Comércio Exterior, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia de Materiais, Engenharia de Minas, Engenharia Florestal, Engenharia de Produção, Geologia, Engenharia Hídrica, Engenharia Mecânica, entre outras. Não há limitação de idade para se inscrever, mas os candidatos e candidatas deverão ser maiores de idade e ter no máximo 3 anos de formados no Ensino Superior.
As inscrições são realizadas pela internet e o processo de seleção será dividido em etapas. Haverá teste de perfil, dinâmica de grupos, painel com gestores e, por último, serão realizadas as entrevistas. Serão priorizados os talentos do Norte do Brasil para que sejam valorizados os profissionais e as vozes regionais. Porém, a empresa está aberta a todos os talentos.
A expectativa da MRN é divulgar a lista dos aprovados e aprovadas que irão integrar a primeira turma do “Talentos Plurais da Amazônia”, em outubro. “É uma chance de ouro para ingressar em uma empresa com sólida atuação no mercado, que está alinhada a práticas sustentáveis e que oferece muitas chances de crescimento aos empregados”, destaca Magda Damasceno.
Oportunidade que transforma vidas
A entrada no Programa de Trainee da empresa é uma chance de ouro para uma jornada profissional repleta de crescimento e aprendizado. Exemplo disso é a engenheira civil Isabelle Vasconcelos. Ela ingressou como trainee da MRN em abril de 2021, ainda durante a pandemia da Covid-19. O primeiro posto de trabalho foi o setor de Planejamento e Controle Físico de Projetos de CapEx. Após demonstrar comprometimento e dedicação, ela foi efetivada em agosto de 2022.
Hoje, um ano após a sua contratação, Isabelle dá dicas importantes para quem sonha em conquistar uma vaga no mercado de trabalho. “É importante ter autoconhecimento, porque quando você conhece quais são as suas habilidades, quais são os seus pontos fortes, quais são os seus pontos para desenvolver, você consegue ter uma melhor percepção e consegue potencializar sua capacidade para contribuir e agregar nas equipes. Então, quando você tem essa percepção de si mesmo, você consegue demonstrar muito melhor qual será a sua contribuição dentro do negócio, dentro da empresa”, orienta a engenheira de Planejamento.
Serviço:
As inscrições para o Programa de Trainee “Talentos Plurais da Amazônia” estão abertas até o dia 24 de setembro, aqui no site da MRN: www.mrn.com.br. Para se candidatar, é necessário apresentar CPF, RG e certificado de conclusão do Ensino Superior.
A diversidade econômica de comunidades da Amazônia é tema de painel
No debate, foram apresentadas iniciativas que mostram ser possível movimentar a economia e gerar renda conservando a floresta
As formas de diversificar a economia em áreas de floresta na Amazônia brasileira foi um dos eixos principais do painel “Áreas Protegidas, Novas Economias e Grandes Empreendimentos”, realizado na tarde desta quinta-feira, 31, na Conferência Nacional da Amazônia e Novas Economias, evento que acontece no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém-PA, até esta sexta, 01.
Participaram do painel a coordenadora-executiva na Associação das Comunidades Remanescentes de Quilombos de Oriximiná (ARQMO), Claudinete Colé de Souza; o diretor-presidente da Mineração Rio do Norte (MRN), Guido Germani; o diretor-presidente do Instituto Cultural Vale e diretor de Clima, Natureza e Investimentos Cultural da Vale, Hugo Barreto; o chefe da Resex Tapajós-Arapiuns, Jackeline Spínola; o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Mauro Pires; e o gerente para a Amazônia da Fundo Mundial da Natureza (WWF, na tradução para o inglês), Ricardo Mello.
O moderador do painel, Garo Batmanian, diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro, órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), iniciou os debates ponderando que “não se trata de nova economia. Pelo contrário, são economias que já existem”, referindo-se às atividades desenvolvidas pelas populações tradicionais que vivem dentro da floresta amazônica. “Floresta não é intocável, pode gerar economia e renda para a população”, afirma.
Um exemplo do bom convívio entre comunidades e a natureza vem do município de Oriximiná, no Oeste do Pará. Claudinete Colé mora na comunidade Boa Vista, uma das comunidades localizadas no alto Trombetas, e falou um pouco sobre a atuação da ARQMO, que desenvolve diversos projetos em quase 40 comunidades quilombolas de Oriximiná. Por meio desses projetos, as comunidades desenvolvem atividades econômicas e ajudam a manter a floresta em pé. “Quando a reserva biológica foi criada, já havia família quilombola morando lá e, pela lei, não deveria ter ninguém morando”, relembra ela. A solução encontrada pelas populações foi desenvolver projetos voltados à bioeconomia, aproveitando as matérias-primas da região.
Além disso, é a própria comunidade que ajuda no monitoramento da floresta. “A gente, numa parceria com a Google, conseguiu fazer um mapeamento territorial, por meio do qual a gente consegue ver onde tem desmatamento, onde tem garimpo... Quando identifica, a gente faz contato com as autoridades para ajudar a expulsar”, explica Claudinete. “A gente consegue fazer a gestão territorial para que a floresta seja preservada. Em Oriximiná, os territórios dos quilombos são os mais preservados”, conclui.
A comunidade é apoiada pela MRN, que opera bauxita no distrito de Porto Trombetas, também em Oriximiná. Um dos pontos destacados pelo diretor-presidente da empresa é o reflorestamento, que é feito em 100% da área onde houve a supressão vegetal para a retirada do minério. “Temos áreas reflorestadas há mais de 30 anos que já são habitadas por grandes mamíferos e têm castanheiras de 30 metros dando fruto. Também existem sistemas agroflorestais em comunidades ribeirinhas e quilombolas, que apoiamos fornecendo sementes, mudas e ferramentas”, exemplifica Germani.
Segundo o executivo, a empresa já trabalha planejando o futuro, incluindo o fim das operações. “Nosso objetivo é reflorestar além do que é obrigatório pela legislação e deixar a floresta mais rica do que encontramos quando chegamos para as comunidades, com porto, energia, agroindústria e, no futuro, ver nas gôndolas produtos feitos na Floresta Nacional de Saracá-Taquera”, projeta.