Últimas Notícias
MRN renova certificações ASI que atestam práticas responsáveis na produção de bauxita na Amazônia
Auditoria independente avaliou conformidade com o padrão ASI, incluindo requisitos ambientais, sociais, de governança e rastreabilidade da cadeia de custódia
A Mineração Rio do Norte (MRN), líder na produção de bauxita no Brasil, renovou as certificações internacionais ASI Performance e ASI Cadeia de Custódia (CoC), concedidas pela Aluminium Stewardship Initiative (ASI), referência mundial em sustentabilidade para a cadeia do alumínio. A recertificação comprova que a operação da empresa, no Oeste do Pará, permanece em conformidade com os critérios internacionais de desempenho ambiental, social e de governança, além de assegurar a rastreabilidade da bauxita de acordo com o padrão ASI CoC, garantindo a integridade e a transparência das informações ao longo de toda a cadeia produtiv a. O reconhecimento foi obtido após auditoria independente de terceira parte realizada em junho pelo Bureau Veritas Certification (BVC), organismo de certificação credenciado pela ASI, que avaliou aspectos como gestão ambiental, governança corporativa, relacionamento com comunidades ribeirinhas e quilombolas, programas de recuperação de áreas mineradas, gestão de riscos e mecanismos de rastreabilidade da produção. A MRN mantém, desde 2021, as certificações internacionais da ASI, reforçando seu compromisso com uma mineração responsável, transparente e alinhada às práticas globais.
Segundo Wvagno Ferreira, gerente geral de Gestão, Desempenho, Risco e Controles Internos da MRN, a certificação Cadeia de Custódia comprova a rastreabilidade e a segregação controlada da bauxita ao longo das etapas da cadeia de custódia da produção. Já a certificação Performance certifica a conformidade da MRN com os critérios estabelecidos no ASI Performance Standard, incluindo meio ambiente, direitos humanos, saúde e segurança, ética e governança. "A recertificação comprova que seguimos padrões internacionais de sustentabilidade e que rastreamos toda a produção da bauxita, desde a extração até o embarque. Isso oferece mais segurança, transparência e confiabilidade para toda a cadeia produtiva", afirma Ferreira.
Evolução contínua da gestão
A renovação das certificações reflete uma série de avanços implementados pela MRN nos últimos anos, a exemplo do fortalecimento da gestão de riscos e de crises, o aprimoramento dos processos de governança, a ampliação da transparência das informações, o fortalecimento do diálogo com comunidades e demais partes interessadas, além da evolução dos mecanismos de integridade e rastreabilidade da cadeia produtiva. Também contribuíram para o resultado o programa “MRN pra Todos”, voltado ao relacionamento com públicos de interesse, e a realização da Due Diligence de Direitos Humanos.
Para o CEO da MRN, Guido Germani, a renovação das certificações reforça o compromisso da empresa com uma mineração responsável em uma região ambientalmente estratégica. "Operar na Amazônia exige responsabilidade permanente. Essa certificação demonstra que buscamos melhorar continuamente nossos processos e manter nossas operações alinhadas aos principais padrões internacionais de sustentabilidade", afirma Germani.
Reconhecimento internacional
As certificações da Aluminium Stewardship Initiative (ASI) são reconhecidas globalmente e avaliam empresas da cadeia do alumínio com base em critérios relacionados à proteção ambiental, direitos humanos, relacionamento com comunidades, governança, ética, saúde e segurança, além da rastreabilidade dos materiais produzidos.
Entre os principais aspectos considerados pela auditoria, estão:
- Diálogo permanente com comunidades vizinhas, fortalecendo relações de confiança e escuta ativa;
- Investimento em programas de reflorestamento e recuperação de áreas mineradas, em compromisso com a preservação da biodiversidade e uma mineração sustentável.
- Sistemas de governança, gestão de riscos e integridade alinhados às melhores práticas internacionais;
- Rastreabilidade da bauxita desde a extração até o embarque, garantindo transparência e confiabilidade ao longo de toda a cadeia produtiva.
De área impactada a laboratório vivo da Amazônia: como o Lago Batata se tornou referência científica
Iniciativa conduzida pela MRN e UFRJ reúne mais de 35 anos de evidências científicas sobre biodiversidade, qualidade da água e recuperação de ecossistemas
Quando se fala em recuperação ambiental na Amazônia, poucos casos acumulam tantos dados, pesquisas e resultados quanto o do Lago Batata, em Oriximiná, no oeste do Pará. No mês internacional do Meio Ambiente, celebrado em junho, a Mineração Rio do Norte (MRN) destaca uma das mais longevas iniciativas de restauração ecológica da região. Mesmo após recuperar as funções ecológicas, o Lago Batata continua sendo monitorado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), gerando conhecimento científico sobre biodiversidade, qualidade da água e conservação de ecossistemas amazônicos.
Mais de 800 mil mudas de espécies de igapó foram plantadas pela MRN, contribuindo para a restauração de 120 hectares de vegetação. A área que passou por intervenções abriga 171 espécies de peixes, acompanhando a recuperação da vegetação e as condições ambientais. O trabalho também resultou em 99 publicações científicas. “Esses resultados ajudam a contar uma história que começou ainda na década de 1980. O que era um desafio ambiental transformou-se em laboratório natural da Amazônia, contribuindo para a conservação da região”, afirma Vladimir Senra, diretor de Sustentabilidade e Jurídico da MRN.
Os peixes contam a história da recuperação
A especialista em ictiologia e professora da UFRJ Natália Lacerda explica que os peixes funcionam como indicadores da qualidade ambiental de rios e lagos. Quando o ambiente melhora, novas espécies encontram condições para se estabelecer, a cadeia alimentar se fortalece e a biodiversidade fica mais rica. “Observamos aumento no número de espécies e da diversidade de peixes. Isso mostra que a qualidade ambiental vem evoluindo”.
Segundo Natália, o diferencial do projeto está na continuidade do acompanhamento. Ao longo de mais de 35 anos, foram analisados não apenas os peixes, mas também a qualidade da água, os sedimentos, a vegetação e outros componentes. "É essa combinação de informações que permite compreender de forma confiável o que está acontecendo com o ambiente".
Um ecossistema inteiro em transformação
Embora a fauna aquática seja um dos indicadores mais visíveis, a recuperação envolve uma rede muito maior de organismos. “Quando as pessoas pensam na biodiversidade de um lago, normalmente pensam nos peixes, mas eles são pequena parte desse ecossistema. Organismos microscópicos sustentam toda a cadeia alimentar e garantem o funcionamento do ambiente”, explica Francisco de Assis Esteves, doutor em Limnologia, pesquisador e professor da UFRJ.
O biólogo revela que, mesmo após recuperar suas funções ecológicas, o Batata segue sendo monitorado e gerando conhecimento científico. “Novas espécies continuam sendo registradas e o monitoramento permanente permite compreender a evolução do ecossistema ao longo do tempo”, explica. Esteves cita a qualidade da água como patrimônio da região: “Na Amazônia, os rios, lagos e igarapés fornecem alimento, lazer e sustentam a biodiversidade. Preservar a água é preservar a vida”.
Muito além da recuperação ambiental
Para o diretor da MRN, um dos legados da iniciativa é a integração entre ciência, gestão ambiental e conhecimento local: “O sucesso do Batata mostra que a união entre empresa, academia, órgãos ambientais e as comunidades pode gerar soluções concretas para a conservação e o desenvolvimento sustentável da Amazônia”. Esse compromisso com o monitoramento vai além do Lago Batata. A MRN acompanha a qualidade dos recursos hídricos da região em 301 pontos de rios, lagos, igarapés, nascentes e águas subterrâneas.
Somente em 2025, foram realizadas 95.615 análises, com índice de conformidade de 98,15%, seguindo os parâmetros estabelecidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Os resultados são reportados aos órgãos de controle ambiental por meio do Relatório de Desempenho Ambiental (RADA) e compartilhados com as comunidades da região. Moradores acompanham as coletas em campo e têm acesso aos resultados das análises, fortalecendo a transparência, o diálogo e a participação social na gestão dos recursos naturais.
Confira nesta homepage a jornada de restauração ecológica do Lago Batata.
MRN e Marinha certificam nova turma de aquaviários e reforçam segurança da navegação no Rio Trombetas
Parceria amplia qualificação profissional, distribui equipamentos de proteção e promove ações de conscientização nas comunidades quilombolas e ribeirinhas do Oeste do Pará
A segurança da navegação e a formação de profissionais para o transporte hidroviário ganharam reforço no Rio Trombetas (PA) com ações promovidas pela Marinha do Brasil e Mineração Rio do Norte (MRN). Nos dias 19 e 25 de junho, as instituições levaram informação, equipamentos de proteção e qualificação às comunidades da região, buscando tornar os rios da Amazônia mais seguros e ampliar oportunidades de desenvolvimento local. As atividades integram o Projeto Leme, iniciativa da MRN que promove a cultura da prevenção e segurança na navegação. O projeto busca orientar moradores, condutores de embarcações e comunitários de Porto Trombetas que usam os rios como principal meio de transporte.
Por meio de ações educativas e de sensibilização, o Projeto Leme reforça o cuidado com a vida, a importância da navegação consciente e o compromisso compartilhado com a segurança de todos que vivem e circulam pelos rios da região. As formações realizadas em 2026 marcam a retomada do Curso de Formação de Aquaviários em Porto Trombetas após 24 anos. A primeira edição ocorreu em 2002 e, nesta nova iniciativa conduzida pela Capitania Fluvial de Santarém, foram capacitadas 122 pessoas em duas turmas: 54 alunos na primeira, concluída em março, e 68 na segunda, encerrada em 25 de junho, em cerimônia realizada no Cineteatro de Porto Trombetas, entre empregados da MRN e moradores das comunidades da região.
Entre os concluintes está Jorge Waldo Bentes, morador de Oriximiná. "Eu já trabalhava na área, mas agora que estou legalizado vou buscar vaga oficial no transporte de cargas e passageiros”. Ele agradeceu a oportunidade: “Poucas pessoas conseguem fazer essa capacitação porque é oferecida em Santarém e tem despesas com deslocamento e hospedagem. Graças à MRN, fizemos o curso sem custos".
Segurança começa pela prevenção
No dia 19 de junho, a equipe da MRN, através da Projeto Leme, em parceria com a Capitania Fluvial de Santarém, realizou palestras sobre navegação segura no Colégio Equipe, em Porto Trombetas, e na Escola Novo Israel, na comunidade Lago do Ajudante, além de blitz educativa na Feirinha de Porto Trombetas. Também foram distribuídos 100 coletes salva-vidas e 20 proteções de ponta de eixo para embarcações de pequeno porte, equipamento essencial para prevenir acidentes por escalpelamento, um dos principais riscos enfrentados pelas populações ribeirinhas da Amazônia.
"Na nossa comunidade já houve situações como essas citadas na palestra, mas hoje as pessoas estão mais conscientes sobre os cuidados na navegação", afirmou Ana Mendes, representante do Lago do Ajudante. “Costumamos dizer que navegação segura é cuidar de si e de quem está ao seu lado”, destacou Lenilton Santos de Jesus, coordenador do Projeto Leme, que em 2025 realizou 20 ações de capacitação e blitzes educativas, somando 2,5 mil participações de moradores das Lago do Ajudante, Boa Vista, Bom Jesus e Boa Esperança.
Segundo o Capitão de Fragata Charles Amorim, da Capitania Fluvial de Santarém, a educação é uma das principais ferramentas para reduzir acidentes nos rios da região. "A conscientização da população é uma necessidade permanente, especialmente das comunidades ribeirinhas, que utilizam os rios diariamente. Por isso, promovemos ações educativas voltadas à segurança da navegação, buscando prevenir acidentes e fortalecer uma cultura de segurança".
Para Paulo Maretti, gerente de Operações do Porto da MRN, intervenções como essas fazem diferença na proteção das pessoas. "A instalação das proteções de ponta de eixo é uma medida simples, mas eficiente. Ações preventivas evitam acidentes graves e preservam vidas". Visão reforçada pelo gerente-geral Industrial da MRN, Wellington Ribeiro Moreira: "A segurança precisa estar presente tanto na nossa operação quanto nas comunidades do entorno. Esse é mais um legado que deixamos para a região".
MRN conclui primeira torre da travessia do Rio Trombetas e avança com obras da Linha de Transmissão
Estrutura de 150 metros marca uma das etapas mais complexas do projeto, que vai conectar a operação ao Sistema Interligado Nacional e reduzir emissões de carbono
Uma das obras de infraestrutura mais complexas em execução no oeste do Pará acaba de alcançar um novo marco. A Mineração Rio do Norte (MRN) concluiu a montagem da primeira torre da travessia do Rio Trombetas do Projeto Linha de Transmissão (PLT), empreendimento que permitirá a conexão da empresa ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Com 150 metros de altura, a estrutura foi concluída em conformidade com as condicionantes socioambientais do projeto. Ao longo de 5,2 quilômetros sobre o rio, serão instaladas cinco torres de grande porte, em uma das etapas mais desafiadoras da obra.
A montagem das estruturas na travessia reúne desafios de engenharia, logística, meio ambiente e segurança típicos da Amazônia. A execução exige equipamentos de grande porte, transporte especializado e planejamento detalhado para atuação em uma região de difícil acesso. As próximas etapas do PLT incluem a montagem de outras quatro torres da travessia, prevista para junho e julho. A Torre 28, que está atualmente em construção, chegará a 178 metros de altura.
Para o gerente de Projetos da MRN, Yanto Araújo, a conclusão da primeira torre consolida um trabalho que exige elevado grau de integração e planejamento. “Essa montagem demandou engenharia robusta, ampla mobilização de recursos e atuação entre equipes e empresas parceiras. Superamos desafios técnicos, ambientais e ocupacionais com total atendimento às condicionantes do projeto. Isso reforça nossa confiança para as próximas etapas da travessia”. Yanto acrescenta que não houve qualquer registro de acidente.
Metade da estrutura está concentrada na travessia
Sérgio Reis, gerente de Departamento de Construção da MRN, explica que o trecho concentra cerca de 50% de todo o volume de concreto, aço e estruturas metálicas previstos para o PLT. Segundo Reis, essa complexidade se reflete também na importância do empreendimento: "A conclusão da primeira torre e o avanço da segunda demonstram a capacidade técnica das equipes para executar uma obra dessa magnitude em ambiente amazônico, com segurança, planejamento e responsabilidade".
As obras do PLT incluem a abertura de faixa de servidão, construção de fundações e montagem de torres, além da implantação de subestações. Durante a execução, a MRN adota medidas de controle ambiental, como monitoramento e resgate de fauna e flora e uso de técnicas para reduzir impactos sobre espécies aquáticas, rios, lagos, igarapés, solo e florestas. A empresa mantém diálogo com 19 comunidades na área de influência, por meio de reuniões, diagnósticos socioambientais e ações de acompanhamento das etapas da obra.
A conclusão da montagem da primeira estrutura e o avanço da segunda marcam uma etapa desafiadora
Energia mais limpa
A linha de transmissão de 98 quilômetros no oeste do Pará é uma iniciativa estratégica da MRN para ampliar sua eficiência energética. O empreendimento prevê a conexão da unidade ao Sistema Interligado Nacional (SIN), por meio de linha de 230 kV que ligará a subestação de Oriximiná à futura subestação Saracá, em Porto Trombetas. Com a conexão ao SIN, a expectativa é reduzir em 25% a pegada de carbono da companhia a partir de 2027.
A obra movimenta a economia regional por meio da contratação de trabalhadores, fornecedores e serviços na região. Um ano após o início da implantação, o PLT gerou 847 empregos diretos, sendo, 460 vagas ocupadas por trabalhadores de Oriximiná, município onde está localizada a operação da companhia. O avanço da infraestrutura energética ocorre em paralelo ao Projeto Novas Minas (PNM), que está em fase de licenciamento e é considerado estratégico para a continuidade das operações da MRN no longo prazo.
Teatro leva mensagem de segurança a escolas das comunidades da área de influência do PLT
Ação educativa da MRN utiliza linguagem lúdica para fortalecer a cultura de prevenção entre estudantes e famílias
Segurança também se aprende brincando. Nas comunidades da área de influência do Projeto Linha de Transmissão (PLT), crianças e adolescentes estão participando de ação educativa que utiliza o teatro para abordar, de forma leve e interativa, temas relacionados à prevenção de acidentes e ao convívio seguro com máquinas, veículos e áreas em obras. A iniciativa da Mineração Rio do Norte (MRN) percorre escolas da região com apresentações que estimulam a participação dos estudantes e transformam o cotidiano em aprendizado.
Durante as encenações, os alunos são convidados a identificar comportamentos de risco, refletir sobre atitudes seguras e compartilhar experiências em suas comunidades. Além das apresentações, a programação inclui dinâmicas e quizzes que reforçam orientações sobre temas como travessia segura de ramais e estradas, respeito à sinalização, atenção à circulação de veículos pesados e identificação de áreas que exigem cuidados especiais.
Segurança que chega às famílias
Mais do que conscientizar os estudantes, a proposta da MRN é fazer as informações chegarem à vizinhança, fortalecendo a cultura de prevenção nas comunidades. “A segurança é uma responsabilidade compartilhada. Quando trabalhamos esse tema próximo da realidade dos alunos, ampliamos o alcance das orientações e fortalecemos comportamentos preventivos para o bem-estar de todos”, destaca Diana Rocha, analista de Relações Comunitárias da MRN.
Na avaliação dos educadores, a linguagem lúdica despertou o interesse dos alunos e facilitou a assimilação dos conteúdos. “Foi muito positivo. As crianças participaram, tiraram dúvidas e entenderam os cuidados necessários em locais com circulação de veículos e máquinas. Esse aprendizado acaba chegando também às famílias e reforça a prevenção dentro da comunidade”, afirmou Mirna Patrícia Corrêa, professora da Escola São João Batista, da comunidade São João do Caipuru.
Aprender brincando faz a diferença
O caráter participativo do teatro chamou a atenção de Raimundo Feijão Tavares, coordenador da comunidade Ascensão. “Em mais de 30 anos trabalhando na escola, é a primeira vez que recebemos uma ação desse tipo. As crianças aprenderam brincando e isso fez toda a diferença. Foi muito bom ver o entusiasmo e a participação delas”, relata.
Segundo Vanda Lúcia da Costa, coordenadora da Escola Luiz Gonzaga Viana Filho, na comunidade Aimim, os alunos continuam comentando os conteúdos: “As crianças ficaram encantadas e citam as situações do teatro. Aprender brincando torna esse conhecimento ainda mais próximo da realidade delas”. A ação reforça o compromisso da MRN com a prevenção, o cuidado e a promoção da segurança.
Sobre o PLT
O Projeto Linha de Transmissão (PLT) é uma iniciativa estratégica da Mineração Rio do Norte (MRN) que permitirá a conexão das operações da empresa ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Com 98 Km de extensão, a linha ligará a subestação de Oriximiná à futura subestação Saracá, dentro das instalações da MRN, em Porto Trombetas. Além de ampliar a eficiência energética, o projeto vai contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa. Ao longo de sua implantação, o PLT também desenvolve ações de relacionamento, comunicação, educação e desenvolvimento social junto às comunidades, instituições e demais públicos localizados em sua área de influência.
Essas iniciativas visam fortalecer o diálogo permanente, promover a participação social, ampliar o acesso à informação qualificada e contribuir para o desenvolvimento sustentável dos territórios, por meio da valorização das potencialidades locais, do fortalecimento institucional e da construção de parcerias que gerem benefícios compartilhados e duradouros.
MRN destaca inovação, monitoramento e padrões globais na segurança no Tailings Brazil 2026
Com sistema de monitoramento inteligente e tecnologias nas estruturas geotécnicas, empresa adota e fortalece as diretrizes internacionais do GISTM
Inteligência artificial aplicada ao monitoramento de estruturas, sensores em tempo real, novas tecnologias geotécnicas e regras internacionais mais rígidas para a gestão de rejeitos foram temas debatidos no Tailings Brazil 2026, evento que reuniu empresas, especialistas e órgãos reguladores da mineração em Belo Horizonte, nos dias 26 e 27 de maio. Líder na produção de bauxita do país, a Mineração Rio do Norte (MRN) acompanhou debates sobre inovação, segurança operacional e exigências globais para barragens e estruturas geotécnicas.
Promovido pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), o encontro abordou o uso de inteligência artificial para análise preventiva de dados, tecnologias para monitoramento contínuo de estruturas e soluções voltadas à redução de riscos operacionais. Para Paola Valentim, gerente de Geotecnia da MRN, eventos como o Tailings Brazil aceleram a troca de experiências técnicas e a disseminação de práticas mais seguras no setor.
“A MRN acompanha as boas práticas e avanços tecnológicos aplicados à segurança operacional e à sustentabilidade no setor. Temos avançado no uso da tecnologia e da inteligência de dados para aumentar a previsibilidade, fortalecer o monitoramento e a segurança das estruturas”, afirmou. Paola comenta a importância da geotecnia e do monitoramento das estruturas para uma operação mais segura e sustentável: “Garantimos a recirculação e o reaproveitamento da água dentro do ciclo produtivo, reduzindo a necessidade de captação no meio ambiente”.
Padrões globais elevam rigor na gestão de barragens
Além das tecnologias, o Tailings Brazil 2026 discutiu o fortalecimento da cultura de prevenção, transparência e a gestão responsável de rejeitos, com destaque para a adoção do Global Industry Standard on Tailings Management (GISTM), principal referência internacional para gestão de rejeitos na mineração. Além de atender às normas brasileiras, a MRN adotou esse padrão global, ampliando a transparência e aprimorando seu Sistema de Gestão de Rejeitos.
A empresa cumpre critérios rigorosos de integridade das estruturas, monitoramento contínuo, gestão de riscos, planos de emergência e engajamento com comunidades potencialmente impactadas. “Seguimos investindo no aprimoramento da gestão das nossas estruturas de disposição de rejeitos, reforçando a segurança das operações, a proteção ambiental e o respeito às comunidades”, finaliza a gerente de Geotecnia da MRN.